Todos temos os nossos gostos, as nossas preferências, para mim este será sempre um dos mais belos navios do mundo que por cá navegaram. O ex-Kungsholm da companhia sueca Swedish American Line e mais recentemente com o nome de Mona Lisa, visitou portos nacionais durante décadas, deixou-nos a caminho do desmantelamento. Alang, sempre Alang, "end of line"!
Foto retirada do site Mer et Marine
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
PIRATAS E PIRATARIA
PIRATAS E PIRATARIA
O fenómeno é cada vez mais
recorrente nos nossos dias. Pessoas sem escrúpulos vão à net e sacam tudo o que
podem e lhes interessa, e por vezes identificam fotos e textos como sendo seus.
É fantástico a lata desses aficionados! Pela parte que me toca, e não querendo ser
como D. Quixote que lutava contra moinhos em prol da sua Dulcineia, mas também
não vestindo o papel de Sancho, opto pela não divulgação de artigos que possam
ser alvo dos tais piratas modernos, “chicos espertos”, e “doutores do cópia e
cola”, com um Q.I. baixo se limitam a rastejar na miséria intelectual. Chegam ao ponto de as próprias fotografias de
índole mais pessoal, serem “sacadas e postadas”, de qualquer maneira na
blogosfera. É contra esses piratinhas autênticos “filhos da pera” que os
aconselho a mudarem de canal. O mundo é tão grande e tão vasto, para quê consultar
os meus blogues ou sites?
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
PRESTIGE - 13 ANOS JÁ PASSARAM
O naufrágio do petroleiro PRESTIGE na Costa da Galiza, foi à 13 anos e, ainda nada ou quase nada foi decidido no que respeita às indemnizações a pagar pelos danos causados à costa portuguesa, espanhola e francesa.
Foto meretmarine
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
OUTROS CAIS
Seriam outros os tempos, outros cais. A Avenida do Mar ainda não tinha sido "rasgada". O jardim esse tinha a proteção do calhau contra as intempéries, enquanto os barcos de pesca dormiam sob o bazalto. As lanchas faziam corridas levando e trazendo turistas curiosos e tudo aparentava serenidade. Outros tempos, outros cais...
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
MAERSK E HAPAG DEIXAM LISBOA
Maior armador do mundo sai de Lisboa
Nuno Miguel Silva
Dinamarqueses da Maersk, seguiram Hapag-Lloyd, e fugiram da greve dos estivadores.

O grupo dinamarquês Maersk, maior armador mundial, comunicou aos clientes e parceiros que irá abandonar as operações no porto de Lisboa, apurou o Diário Económico. O motivo para a Maersk tomar esta decisão deve-se às perturbações causadas pela greve dos estivadores, em curso desde 14 de Novembro.
Esta é já a segunda baixa entre o clube dos maiores armadores mundiais que escalavam o porto da capital e que vão deixar ou já deixaram de o fazer, depois de a alemã Hapag-Lloyd, integrada no ‘top ten’ do sector, ter trocado o porto de Lisboa pelo de Leixões enquanto durar a referida greve dos estivadores, como o Diário Económico avançou em primeira mão no dia 27 de Novembro.
Tal como à escala global, a influência da Maersk na movimentação de contentores e outras mercadorias no porto de Lisboa é determinante, pelo que esta decisão, juntamente com a da Hapag-Lloyd, trará efeitos negativos na movimentação de cargas do porto da capital durante o ano em curso e provavelmente também em 2016.
Recorde-se que o grupo onde a Maersk está integrada, a A. P. Moeller, é um dos potenciais investidores no projecto para o terminal de contentores do porto de Lisboa, que o anterior governo apontou para o Barreiro. Uma intenção que poderá estar em risco após este abandono do porto de Lisboa devido à greve dos estivadores e que terá de ser solucionada pela nova ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, com a tutela dos portos, em articulação com Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas.
“Os armadores já não estão para se sujeitar a um porto que não deu no passado, não dá no presente, e também não se vislumbra querer dar no futuro, garantias e vontade de ter estabilidade”, criticava, na passada sexta-feira, a Agepor – Associação dos Agentes de Navegação de Portugal, em comunicado.
A associação liderada por Belmar da Costa opunha-se contra o facto de que “os navios voltam a evitar Lisboa, rumando a outros portos, e prejudicando todos aqueles que vivem directa ou indirectamente da actividade do porto de Lisboa”.
Contactado pelo Diário Económico, Belmar da Costa explicou que neste momento ainda é impossível quantificar os impactos destas decisões dos maiores armadores mundiais no que respeita a quebras de escalas e de cargas no porto de Lisboa.
Num comunicado sobre esta paralisação, o Sindicato dos Estivadores explica que esta greve foi convocada contra “a unilateral declaração patronal da caducidade do contrato colectivo em vigor”. Neste momento, a greve dos estivadores está marcada até 31 de Dezembro, mas podem surgir novos pré-avisos de greve já para 2016.
Esta é já a segunda baixa entre o clube dos maiores armadores mundiais que escalavam o porto da capital e que vão deixar ou já deixaram de o fazer, depois de a alemã Hapag-Lloyd, integrada no ‘top ten’ do sector, ter trocado o porto de Lisboa pelo de Leixões enquanto durar a referida greve dos estivadores, como o Diário Económico avançou em primeira mão no dia 27 de Novembro.
Tal como à escala global, a influência da Maersk na movimentação de contentores e outras mercadorias no porto de Lisboa é determinante, pelo que esta decisão, juntamente com a da Hapag-Lloyd, trará efeitos negativos na movimentação de cargas do porto da capital durante o ano em curso e provavelmente também em 2016.
Recorde-se que o grupo onde a Maersk está integrada, a A. P. Moeller, é um dos potenciais investidores no projecto para o terminal de contentores do porto de Lisboa, que o anterior governo apontou para o Barreiro. Uma intenção que poderá estar em risco após este abandono do porto de Lisboa devido à greve dos estivadores e que terá de ser solucionada pela nova ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, com a tutela dos portos, em articulação com Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas.
“Os armadores já não estão para se sujeitar a um porto que não deu no passado, não dá no presente, e também não se vislumbra querer dar no futuro, garantias e vontade de ter estabilidade”, criticava, na passada sexta-feira, a Agepor – Associação dos Agentes de Navegação de Portugal, em comunicado.
A associação liderada por Belmar da Costa opunha-se contra o facto de que “os navios voltam a evitar Lisboa, rumando a outros portos, e prejudicando todos aqueles que vivem directa ou indirectamente da actividade do porto de Lisboa”.
Contactado pelo Diário Económico, Belmar da Costa explicou que neste momento ainda é impossível quantificar os impactos destas decisões dos maiores armadores mundiais no que respeita a quebras de escalas e de cargas no porto de Lisboa.
Num comunicado sobre esta paralisação, o Sindicato dos Estivadores explica que esta greve foi convocada contra “a unilateral declaração patronal da caducidade do contrato colectivo em vigor”. Neste momento, a greve dos estivadores está marcada até 31 de Dezembro, mas podem surgir novos pré-avisos de greve já para 2016.
Diário Económico de 15/12/2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
A CATÁSTROFE DO LAKONIA 1963
Um novo livro sobre a tragédia do navio LAKONIA, foi editada pelo museu histórico de Bremerhaven.
São cerca de 200 páginas com fotos inéditas do acontecimento que tanto abalou a sociedade madeirense no Natal de 1963. Um documento a não perder com o custo de +-20€, escrito por 2 aficionados maritimos. O único senão é estar editado unicamente em lingua alemã.
LAKONIA - modelo em cartão
Esta é uma versão em cartão do navio LAKONIA, lançado por uma empresa alemã, para os entusiastas e modelistas de navios.
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