terça-feira, 6 de junho de 2017

WOERMANN LINIE

A empresa Woermann Line operando desde 1890, com serviço de passageiros e carga, entre a Alemanha e a Africa Ocidental e Oriental, foi uma das que no início do Século XX utilizou o Porto do Funchal nas suas inúmeras escalas. E não foram poucos os navios que utilizaram os serviços madeirenses, basta dizer que a referida empresa tinha uma frota de mais de cem navios, embora como é óbvio nem todos utilizassem a rota da Madeira.

O MOVIMENTO NO PORTO DO FUNCHAL ANTES DA GUERRA


O movimento no Porto do Funchal, no último ano antes do início do conflito bélico da Iª. Grande Guerra, foi fértil no aumento de passageiros e de escalas de navios a vapor e/ou à vela.  Um dos "colossos"da época é o paquete alemão CINCINATTI - Hamburg Amerika Linie que com as suas 16.339 T. escalou a capital madeirense. Os navios Moltke, Konig Albert, Blucher e Prinzess Irene, com mais de 10.000 Toneladas, foram também referências, para o período entre o dia 1 de Junho de 1913 e 31 de Maio de 1914.
De salientar que nesse período de tempo, o número de passageiros desembarcados de navios alemães no mesmo porto, teve um total de 1755.
Os vasos de guerra alemães nesse mesmo espaço de tempo, tiveram as seguintes referências:
dia 17/7/1913 - EBER
dia 15/8/1913 - MAGDEBURG
dia 2/9/1913 - HANSA
20/9/1913 - BREMEN
17/10/1913 - PRINZESCHEITH FREDERIK
2/1/1914 - DRESDEN
22/4/1914 - PANTHER

quinta-feira, 25 de maio de 2017

POR ESSA EUROPA FORA...

Por essa Europa fora ainda há quem recorde o último navio de cruzeiros da frota portuguesa. E de vez em quando, vão aparecendo novas imagens, como esta.  Foto de autor desconhecido, possivelmente tirada no Canal do Mar do Norte.

terça-feira, 2 de maio de 2017

CLUBE NAVAL DO FUNCHAL - 65º. ANIVERSÁRIO


O início das festividades do aniversário do Clube Naval do Funchal, que celebra 65 anos, aconteceu ontem, na Quinta Calaça, com a inauguração da exposição ‘Emoção e Lazer’ da autoria de Fernando Lemos Gomes.
O certame conta com vinte aguarelas, tendo por base o contexto náutico, retratando muitas das embarcações que fizeram parte da história da vela da Madeira, como também muitas paisagens de todo o arquipélago. “A nível teórico, o autor, ilustrou o quotidiano, através de embarcações, desde as antigas até as atuais, traduzindo assim a pintura numa valência artística, sendo ela a decorativa. Por outro lado, Lemos Gomes pretendeu tornar as suas ilustrações como um arquivo documental, demonstrando a época dos 90”, refere a organização.
Mafalda Freitas, presidente do Clube Naval do Funchal, fez questão de destacar “a pintura da embarcação ‘Albatroz’, que ganhou a primeira regata entre Lisboa e Madeira, e que nessa regata, em 1950, deu origem ao Clube Naval do Funchal”.
“É de uma forma eclética que o clube celebra o seu aniversário, sendo que, é visível no programa de festividades, desporto, tanto na piscina como também no mar, desporto inclusivo, arte ligada ao mar e ainda homenagens realizadas a sócios, isto porque o clube também é feito de pessoas e são elas que dão identidade ao clube. Isso mostra bem o grande trabalho que tem vindo a ser feito”, referiu Madalena Nunes, vereadora da Câmara Municipal do Funchal, que também marcou presença no evento.
A exposição estará patente aos sócios até o dia 30 de junho.


Fonte: Diário de Noticias de 30/04/2017

sexta-feira, 7 de abril de 2017

SURF BATHING

Um cartaz publicitário da UNION-CASTLE LINE, com uma maneira inovadora de surfar "para a época"...

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

MONTEVIDEO MARU - OSK LINE

In 1926, when the 7,627 GT Montevideo Maru was launched, OSK Line made 10 voyages to South America using five ships, three of which were advanced diesel-powered vessels. In this poster, symbolic images of seagulls and waves frame the diesel-powered passenger and cargo liner type as Santos Maru. The copy trumpets OSK Line's 'round-the world service and its modern cruise ships.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

SHIP JASON - KNSM

Nos anos 50 e 60 eram frequentes as visitas de navios mistos holandeses. Eram os casos dos Oranjestat, Willelmstat e do Jason, propriedade da KNSM - Amsterdam, com rotas para as Antilhas Holandesas, Caraíbas, Venezuela, Curacao e Maracaibo, levando muitos madeirenses a emigrar e a trabalhar para as instalações petrolíferas da Shell.